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[Sábado, Abril 28, 2007]

Fui Sacaneado pela Gol

Terei que fugir um pouco da proposta deste espaço por uma questão de justiça. Quando somos sacaneados por uma empresa que tem grana pra fazer toda a publicidade possível ficamos sem saber o que fazer. Então, achei aqui um espaço para gritar, embora este grito seja praticamente mudo perto da propaganda da Gol.

Primeiramente ressalto que escrevo isso segurando o telefone com o ombro esquerdo, há mais de dez minutos escutando uma musiquinha irritante em busca de antendimento no 0800 da Gol. Os atendentes devem estar voando.

Bem, o fato é o seguinte. Se vcs olharem a data desse post e qualquer jornal carioca da mesma data verão o caos que grassou no Rio de Janeiro na véspera. Uma chuva torrencial, diversos bairros sem luz, gente morrendo eletrocutada próximo à minha casa e um trânsito que o taxista falou que nunca vi igual! E não foi força de expressão, ele nunca tinha visto mesmo.

Bom, vamos aos fatos (obs.: continuo com o telefone no ombro e ainda não fui atendido).

Tinha um vôo pela terrível Gol (com licença, vou lançar uma série de adjetivos negativos aqui, junto com a palavra Gol pra quem procurar pelo Google ver isso daqui: não voe Gol, eu detesto a Gol, terrível Gol, péssimo atendimento da Gol, Gol vendeu minha passagem, Gol - overbooking, Gol é a pior empresa, levei cano da Gol, Gol me sacaneou, Gol não me deixou embarcar... - aceito novas sugestões . Obs.2: acabo de completar 20 minutos com o telefone no ombro sem atendimento) marcado às 20:40 h. (25 minutos. Estou desistindo e desligando o telefone) Pois bem, o taxi que peguei levou 3:20 h para ir da Tijuca ao Galeão, passando pelo Centro. Não precisa ser carioca pra imaginar que em 3:20 h vai-se com tranqüilidade de qualquer lugar de qualquer cidade a outro, mesmo em véspera de feriado. Bem, mas o que ocorreu hoje foi totalmente fora do comum. O fato é que cheguei ao aeroporto 21:10 h, mas eu não era o único atrasado. O vôo também estava atrasado. A televisão que informa o status do vôo informava chek in aberto (bati foto) e a moça do microfone fazia a última chamada para embarque, ou seja, tinha gente embarcando e fazendo check in pro vôo que eu tinha comprado passagem, mas eu não podia fazer nenhum dos dois. Isso me leva a uma conclusão: ou a Gol vendeu minha passagem ou a Gol fez overbooking. Estou em casa agora, quando deveria estar voando. Só viajarei amanhã às 11:00 h, tendo que ter me ferrado em mais de R$ 150,00 pela diferença de valor entre os vôos e tendo meu feriado prejudicado.

Alguém tem alguma dúvida de que entrarei com uma ação em face da Gol?

Gol - Linhas aéreas venda dupla.
Gol - deixando em casa quem poderia ter ido de ônibus.

Por favor, divulguem esse fato.

por Renato Amado * 12:13 AM

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[Sábado, Abril 21, 2007]

Ao Vivo

Beijos na nuca, mãos roçando pelo meu corpo, acariciando meus mamilos, passando pelo meu tórax e abdômen, me fazendo estremecer e me arrepiar. Arrepios, arrepios que sua língua no meu ombro, no meu pescoço, me causam. Seus dentes são dentes de prazer, é a vampira da luxúria. Sua ira luxuriosa me enche de tesão e me faz perder parcialmente os sentidos. Meu mundo são suas carícias.

Ela pára e retoma as carícias. Suas mãos são delícias inflamadas, que me acariciam inteiro, acariciam meu falo. Ela cochicha no meu ouvido e mordisca todo meu braço. Minhas orelhas são abrigos para sua língua. Ela puxa minha cabeça para junto de si pelo cabelo e se enche de tesão. Me enche de tesão. Suas mãos retornam ao meu falo, mas por fora de bermuda. Agora ela levanta e bermuda e sua mão direita e meu falo entram em contato direto. Sua boca continua circundando minha orelha. Ela dá um suspiro e agarra meu pau com força. Está com tesão. Por um segundo hesita, não sabe por onde continuar. Passa a boca para a orelha oposta e desce para a nuca. Começa a lamber minha nuca e descer pela cervical. Me arrepio, estremeço. Sua língua faz agora o caminho inverso e em seguida desce pelo meu braço, retorna, morde meu ombro e agora dá várias mordiscadas acompanhadas de lambidas no meu braço.

Sua língua repousa sobre a prega do meu cotovelo esquerdo e lá permanece por alguns segundos. Suspiro, gemo. O prazer só aumenta. Ela ri. Não sei de quê. Ela esclarece: "você tá lambuzando sua bermuda". Agora ela passeia com as mãos freneticamente pelo meu corpo, eventualmente usa a unha. Estou o tempo todo de costas. Escuto o barulho de uma peça de roupa saindo. Ela deve ter tirado a camisa. Olho para trás, estava certo. Ela pergunta com o que estou preocupado. Achou meu olhar desconfiado. Falo: "com nada, queria ver que peça de roupa você tinha tirado". "Qual você quer que eu tire agora?", ela pergunta. O sutiã, eu respondo. Ela tira o sutiã e começa a esfregar os seios nas minhas costas. Que delícia, que delícia sentir seus mamilos roçando a minha pele.

Ela manda eu tirar minha bermuda, senta no meu colo de frente. Eu começo a chupar e acariciar seus seios e todo o seu torso. Em seguida ela pega o meu pau. Geme baixinho. A excitação mútua é grande. Ela rebola no meu colo, ainda está de calcinha. Chupo seu seio esquerdo com muito vigor, sua respiração se acelera, se acentua.

Ela sai do meu colo, se ajoelha na minha frente e começa a me chupar. Ela me conhece bem, sabe fazer isso muito bem. Sua língua percorre a extremidade da minha glande. Como é bom. Fecho os olhos por um instante, mordo o lábio inferior de tesão. Eventualmente ela acerta uma determinado ponto que me faz estremecer e dar um profundo suspiro. Meu pau ergue-se rapidamente nesses momentos.

Sua mão entra no jogo. A chupada está maravilhosa, nem consigo entender direito o que ela está fazendo. Está incrível, não há palavras pra descrever o prazer que sinto. Língua, lábio, dedos, palma da mão. Todos trabalham em conjunto. Todos trabalham juntos pelo meu prazer. Eles, definitivamente, sabem trabalhar em equipe. É incrível! Ela começa a chupar com mais vigor e a acariciar meu mamilo esquerdo enquanto chupa. Ele é muito sensível e vou à loucura quando ela começa a mexer nele. De repente, uma sensação maravilhosa: ela começa a dar tapinhas com a língua na base da minha glande. É bom demais, muito, muito bom. Me acalmo um pouco, respiro lentamente, recobro os sentidos que já estava perdendo. Ela continua a me chupar. Agora mais calma, parece ser um pequeno intervalo, parece preceder nova investida. Ela começa a dar tapinhas com a língua na base da minha glande de novo. Dedo ainda no meu mamilo esquerdo. Nossa, como agüento!?! Preciso parar de escrever. Está difícil conciliar. Hora de eu ir para o ataque.


por Renato Amado * 3:20 AM

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[Sábado, Abril 14, 2007]

Voltei à ativa

Voltei a escrever, mas confesso que não tenho postado nada aqui. Alguns concursos literários exigem ineditismo, não tenho tido tempo pra visitar outros blogs, o que é fator essencial para manter a audiência de um blog e estou com muita energia sendo consumida por outros projetos, tanto profissionais quanto literários.

Entretanto, diante da mera possibilidade de ganhar uma força, através de um link, dos amigos do livro, site referência em termos literário, que realizou a leitura crítica do meu livro, dando-me ânimo, diante das palavras elogiosas, para colocá-lo rodando pelas editoras deste país, decidi ensaiar uma ressurreição deste abandonado endereço. Então, vamos lá. Após anos, um novo conto deste que vos fala. E vou voltar pegando pesado, liberando todo meu lado bukowskiano (li "Misto Quente" logo antes de escrevê-lo). Pesado só no vocabulário. O conto é leve, pequeno e despretensioso. Escrito em quinze minutos. Espero que não assuste eventuais novos leitores. Mas basta descer a barra de rolamento para ver que esta é apenas uma das minhas facetas literárias. Espero que se divirtam. Um abraço e saudações literárias. Viva a literatura!!


Conflitos Naturais

O vento roça os seios, mas antes passa pela perna e entra pela saia, refrescando-lhe a buceta. Buceta de mulher vadia, mulher piranha, é assim. Coça e vive quente. Precisa levar umas estocadas pra parar de coçar e pra esquentar mais ainda. Mas depois, depois de terminado o coito e escorrido o sêmen, ela esfria. Esfria, esfria, esfria... E nesse momento a vadia fica tranqüila, tranqüila, tranqüila... Mas depois, o negócio começa a esquentar e a vadia tem que dar de novo.

Vai catar homem. Homem pra comer mulher nesse mundo não falta. Homem de todo jeito e mulher de todo jeito. Aliás, pra piranha feia é bem tranqüilo conseguir um rapaz de aparência ao menos mediana, de vez em quando, afinal homem é um bicho meio sem critério. Percebe que tem um buceta queimando quer logo se queimar nela. Ah, esses homens!

É, meus caros, mas houve um dia, um único dia, em que sua buceta resfriou sem um falo.

Era uma quinta-feira santa chuvosa... fria... frente fria daquelas que fecha o tempo o dia inteiro. Chuva, chuva, chuva, chuva, chuva e mais chuva e tome de chover o dia inteiro. Nada de temporal não, aquela chuva que fica, fica, fica. Sabe o tipo de chuva de que estou falando, não sabe? Aquela que persiste o dia inteiro, acompanhada de um vento que varia de força, chegando a dar um uivo baixinho em alguns momentos.

Pois bem, nessa quinta feira santa ela estava, às quatro da tarde, deitada sobre sua cama, bem à vontade: de pernas abertas, sem calcinha, trajando saia e uma blusa de alcinha leve. Ela era uma vadia de verdade, ou seja, não era só a sua buceta que era quente, mas o corpo todo. Quando era comida, precisava não só de um falo a introduzir-se nela, mas também de mãos e músculos e boca a roçarem-lhe o resto do corpo, de preferência com força. Isso explica seus trajes em meio è frente fria. Ah, além dos trajes, tinha um romance fácil em sua mão direita. Pois bem, ela estava perdida no livro quando uma rajada de vento arrepiou-a toda. O vento veio encanado. Entrou pela janela de um quarto, tomou a forma do corredor, por ele serpenteando, e abriu-se como cone ao chegar à sua cama. Nossa, o que foi aquilo!?! Um impacto arrepiante, enregelante e delicioso que percorreu seu corpo por dez intermináveis e inacreditáveis segundos, ao fim dos quais ela teve um intenso orgasmo. Piranha é assim, goza à toa.

Essa história nos demonstra a força dos fenômenos naturais. Como uma simples rajada de vento conseguiu gelar aquela buceta só gelável após um coito selvagem? Ninguém explica. Bem, sabe-se que a buceta pelando também é obra da natureza, então, o que tivemos, foi um embate entre dois fatos naturais de gigantescas proporções: a buceta que péla da piranha e a frente fria santa. Seria o poder de Deus? Ou será que teve o dedinho do Coelhinho da Páscoa? Mamíferos...! Ran!


por Renato Amado * 6:35 PM

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